16 dez 2014, 15h15

SE VOCÊ ESTIVESSE EM PARIS

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Se você estivesse em Paris agora, tudo seria lindo. Tudo teria um gosto melhor, cada pequena coisa seria mágica. Será?

Dia desses estava voltando do trabalho de ônibus – uma coisa fora do meu habitual, o carro tinha ficado com ele – e percebi que estava irritada. Só essa pequena coisa, esse pequeno contratempo, essa pequena alteração, e já fiquei ligeiramente aborrecida. Não aborrecida do tipo “como a minha vida é horrível”, porque tenho alguma noção de realidade e detesto ser uma pessoa que se abala por tão pouco. Mas fiquei “suspirenta” e lamurienta de ter que sair da minha rotina. Achando que aquilo era um mau negócio, esse de ter que aturar transporte público.

Aí olhei em volta, pela janela, e estava um dia incrível. Azul. Fresco.

Caiu a ficha na hora - se eu estivesse em Paris, iria achar aquela pequena viagem de ônibus a coisa mais chic e irresistível do mundo. Curtiria cada momento, cada paisagem. Não é assim? Vamos para outros lugares, outros países, e andamos de metrô e ônibus amarradões. Achamos o máximo. Tudo que fazemos de má vontade na nossa rotina, como ir comprar um pão, por exemplo, fica altamente valorizado em Paris. Ou em qualquer lugar fantástico desses. Até o mendigo parece glamouroso! (afinal o cara fala francês ou inglês, hehe)

Como somos deslumbrados. Se Paris fosse o quintal de casa, seria assim tão interessante? (nesse momento você está balançando a cabeça e pensando “CLARO QUE SIM!”. Mas me dá um segundo pra te explicar porque acho que não)

Há anos uma amiga passou a pior temporada de sua vida em Paris (estou falando de Paris como usaria qualquer lugar como exemplo. Mas ela estava mesmo em Paris). Ela não falava nada da língua, morava sozinha e seu noivo tinha ficado no Brasil. E ainda por cima, pegou um inverno rigoroso. Foram os 6 meses mais longos da vida dela. O que para alguns seria uma aventura, uma tremenda oportunidade, para ela era tudo que ela não queria. Aí é que está o pulo do gato – o que muda somos nós, a nossa disposição, o nosso olhar. Não as vidas fantásticas que fantasiamos.

Paris, Londres, NY… alguém poderia suspirar da mesma forma, do outro lado do mundo “Ah, o Rio. Ah, São Paulo. Ah, o Nordeste. Ah, pindamonhangabeira do Norte…” Não é exagero meu – sempre tem alguém sonhando como a vida seria fabulosa em outro lugar, vivendo outra rotina. Com outras pessoas. Claro que, por si só, esses lugares têm seu apelo – são históricos, culturais… mas quando você não está bem, nada fica essa Coca-Cola toda. Quando você está entediado e aborrecido, comprar pão é comprar pão, ter que andar até o banco é ter que andar até o banco. Procurar excitação e bucolidade em qualquer insignificância é que é a verdadeira arte, o verdadeiro segredo. Caceta, ser feliz quando tudo conspira em volta, quando a paisagem é bonita, é mole!

A sua vida parece um saco (e ela provavelmente é), mas assim como a de todo mundo! Pelo menos em algum momento. Quem pinta ela desse ou daquele jeito somos nós. Quem transforma o ato de comer uma simples manga, por exemplo, em algo luxuriento somos nós. Quem faz com que qualquer filme de Tela Quente tenha ares de sessão de cinema de domingo, somos nós. A graça está nos olhos de quem vê, não de quem faz, certo?

Ainda sobre Paris – li certa vez que nada mais perigoso do que se apaixonar em Paris. O casal que se encanta em um lugar desses pode ter dificuldades em se acostumar com a realidade depois. Ter Paris como base de comparação é tenso. É injusto, até.

O negócio é treinar o olho para ver beleza no banal. Pra ver excitação onde há o rotineiro. E, em último caso, catar os óculos de Pollyana na gaveta, tirar o pó e colocar em uso.

E Paris que continue deslumbrante… assim como onde quer que estivermos.

 

 

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26 nov 2014, 22h16

A COCA-COLA DA COMADRE DÉA

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Só existe uma Coca-Cola que presta no mundo:  A COCA-COLA DA COMADRE DÉA.

O caso é que eu não curto Coca, como já é sabido. Nada relacionado à ideologia: simplesmente sou uma garota-Guaraná. É um daqueles clássicos embates que dividem a humanidade – Toddy X Nescau, Gato X Cachorro, Cospe X Engole… Coca X Guaraná. Eu sou da turma do Guaraná. Uma verdadeira traição à minha índole anglófila, eu sei, mas o que se há de fazer.

Podendo, evito a bebida, pois o seu gosto realmente me desagrada. Mas às vezes, por falta absoluta do que beber, acabo tomando. E foi aí que descobri a Coca da comadre Déa.

Um belo dia, estávamos em um restaurante e nada da minha bebida chegar – ela estava tomando um copo cheio da gasosa com gelo e bebia com vontade, com prazer mesmo. Eu, seca, acabei pegando e tomando uns goles. Nunca nada foi tão saboroso! Nada! Gelado, ácido, borbulhante… matou minha sede na hora. Fiquei chocada comigo mesma.

Achei que tinha mudado de opinião, de gosto, sei lá. Gente, tenho mudado tanto nos últimos tempos, mas tanto, que ando Alice, nem me reconheço mais. O que seria passar a gostar de Coca? Nada.

Não demorou muito, topei com outra falta de guaraná (alou, Antactica! Vamos rever essa distribuição! rs) e nem pestanejei – pedi uma Coca Zero. Estava saindo do shopping, o carro estava quente, eu estava exausta… momento mais do que adequado para a bebida refrescante. Rá. Dei uns três goles e joguei a lata fora. Fiquei tão inconformada, que tirei foto e enviei para a comadre dizendo “só a sua Coca presta”.

E não foi coincidência: de lá para cá, comprei Coca mais umas 2x. Todas as vezes, achei intragável. E todas as que tomei uns goles do copo dela, nada me pareceu mais perfeito. Eu não estou maluca. E a grama do vizinho não é mais verde, não é isso. Juro que o caso procede, só não sei explicar.

Talvez porque sem a comadre agregada à bebida, ela seja somente isso: uma bebida. E uma das quais não gosto muito. A do copo da amiga talvez venha com todo o prazer que ela sente em beber aquele troço. Talvez porque gostando dela, goste da bebida dela por associação. Ou talvez porque simplesmente ela seja mestra em orquestrar a combinação perfeita de gelo, Coca e temperatura adequada em seu copo. Não sei.

Só sei que fico feliz da comadre também não gostar muito de cachaça.

 

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23 nov 2014, 13h37

O QUE NÃO SE USA CAI EM DESUSO

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Começou depois da festa de quinze anos da minha “pequena” – ela tinha ganhado muitos presentes bacanas; anéis, pulseiras, perfumes… essas coisas legais que meninas ganham nessa data marcante. E começou a se preocupar em guardar tudo com cuidado, economizar “pra não gastar”, “pra não estragar”.

Lembrei de como eu era assim com coisas boas: guardava com esmero, não usava nunca. O saco é que depois de um tempo, acordei com 30 anos nunca tendo usado aquele colar que mamãe me deu, com poeira na louça chic que era “pra ser usada só quando a Rainha viesse nos visitar” (bem à moda da Mônica do Friends, lembram?), com furos de traça nas colchas lindas de crochê que minha bisa me mandou. E com um monte de perfumes e cosméticos fora da validade e que foram parar no lixo.

Não lembro bem quando foi que me deu o estalo – em algum dia marcante, com certeza, daqueles que fazem a gente repensar tudo (embora eu não lembre exatamente qual foi). O bicho da mudança me mordeu, e de lá para cá USO TUDO. Uso mesmo. Não fica um batom extravagante intacto na necessaire, um perfume chic mofando. Cremes caros? Agora eles acabam nos potes (coisa que não acontecia antes!). Tudo caía em desuso e o que era pra ser especial, acabava sem proveito.

Jóias? São poucas as que sobraram depois do assalto que sofri – mas por isso mesmo, uso todas. Ao mesmo tempo. Pra ir na feira. Todas juntas, num samba doido só. Vou usar quando, quando as ruguinhas chamarem mais atenção do que o brilho do metal por cima delas? Comigo não, violão! Nevermore! As que guardei por anos, os bandidos levaram e nunca usufruí.

Besteira essa nossa de esperar sempre a ocasião certa para nos gastarmos, para usarmos nosso melhor. Para encher a casa de flor, para fazer aquela receita gostosa, para abrir aquele vinho. Ficamos nos guardando para momentos que às vezes nunca chegam. Pare e pense em tudo que você economiza e guarda. E se você não está morrendo de vontade de ir correndo lá no armário agora mesmo e usar tudo, mesmo se for pra ficar em casa. Pra tornar esse dia chuvoso em algo incrível.

Falei para a criança colocar suas pulseiras, botar seus anéis e usar tudo aquilo que foi escolhido e presenteado com tanto amor e cuidado. Ela ficou radiante com a ideia.

- Mas pra usar todo dia, mãe? Tem certeza?

- Tenho. Tem dia melhor do que o de hoje?

 

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11 nov 2014, 10h38

RESSACA DE FELICIDADE

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Não briguem comigo. Juro que meu sumiço não teve nada a ver com alguma necessidade sádica de ficar ouvindo vocês pedirem para eu voltar (se bem que é bom, fico muito ‘gradicida pelo carinho).

Era a festa de 15 anos da “criança” chegando – e com isso, eu enlouquecendo. Tudo ficou meio em suspenso, sabe? Como um sonho bom (e cansativo), onde coisas maravilhosas acontecem o tempo todo. E aconteceram.

A noite foi mágica. E quando eu digo mágica, as pessoas fantasiam aquela coisa perfeitamente coreografada e ensaiada, e não foi bem assim. Foi mágica do jeito que eu gosto da mágica – esbaforida, corrida, embolada, suada, apertada, amada. Assim é bom. Meio que nem sexo, mas ok, voltamos a falar nisso em outro post rs.

Várias coisas aconteceram nesse processo: aprendi a fazer TSURUS (um tipo de origami que ela queria na decoração), e me encantei.

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Sugiro a todos procurarem vídeo no Youtube para aprender a fazer, porque é lindo, a simbologia é incrível e a prática é relaxante (bom, se você faz alguns; eu, que fiz mais de 60, fiquei com as pontas dos dedos em carne viva, mas vá lá rs).

Engordei, emagreci, briguei com o B, fiz o dobro de pazes (foi o estresse da organização), comprei vestido no dia… Essa história é boa. Eu tinha comprado um vestido e não tinha experimentado direito. Você pensa “a Elise não cometeria essa “garotice” a essa altura do campeonato“, mas cometi. Acordei no dia, vesti a roupa e achei que me deixava gorda. A culpa era da roupa (aham, rs) e fiquei me lamentando até o B ser decisivo: – Você tem que estar se sentindo linda, vamos correndo comprar outro. E me arrastou pelo shopping até eu gostar de um.

Enfim.

Estou cansada como não me lembro de ter estado antes. Estou à beira do diabetes (só mais um pedaço de bolo e já era rs), mas estou com ressaca de felicidade.

Sabe como é? É quando você continua feliz, mas meio melancólico de ter que voltar à vida normal. Meio assim.

Só sei que a energia boa gerada naquele dia e nos dias subsequentes daria para iluminar uma cidade. E agora eu quero mais, como a frase da primeira foto. Sempre quero. Estou me recuperando, esperando o que vem a seguir. Será o natal?

Deixo vocês com algumas provas físicas da felicidade (ela disse que foi  o melhor dia da vida dela), e volto um ‘cadinho mais descansada já já.

Dessa vez, prometo que não demoro nadinha ;)

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14 out 2014, 11h03

SEJA INSEGURO

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Esse texto anda fermentando na minha cabeça há algumas semanas. Talvez seja essa época de eleições que me tenha feito começar a pensar sobre isso, mas a questão é que descobri que adoro pessoas inseguras.

Antes que você ria, ou ache que enlouqueci de vez, deixe-me lembrá-lo que insegurança não é sinônimo de covardia ou fraqueza. Insegurança faz par é com a incerteza – e a incerteza é que move o mundo.

Se todos soubéssemos tudo, com certeza absoluta, não evoluiríamos. Há tantos séculos, tínhamos certeza que a Terra era plana e há tantos outros tínhamos certeza que o sol girava em torno da Terra.  O que possibilitou a mudança de paradigma, a faísca do pensamento, foi alguém inseguro. Alguém que não tinha certeza de tudo – nem de si e nem do mundo que o cercava. Foi alguém que pensou “e se eu estiver errado?”.

Ser inseguro significa que você sempre se questiona. Gente maluca tem convicção de que está sã – aqueles que chegam aos consultórios psiquiátricos duvidando da própria razão, da própria sanidade, é que são candidatos a não saírem dali em camisas de força.

A insegurança faz você ponderar vários prismas, diferentes pontos de vista – a pessoa muito segura de si, muito certa do que acha, a que tem razão absoluta, é aquela que nunca vai sair do lugar. É aquela que, quando o mundo girar, não vai girar junto. Vai ficar presa em suas seguranças. E sua teimosia de segurança vai fazer com que tome mais decisões erradas – gente insegura erra menos, porque analisa mais as opções.

Aristóteles dizia que “O ignorante afirma, o sábio duvida e o sensato reflete”. Dizia também que “A dúvida é o princípio da sabedoria”. Gente segura afirma, com segurança. Erra, com segurança. Gente insegura pondera.

Imagine se Freud tivesse certeza que não existia “essa coisa de neurose”. E se Einstein tivesse certeza de alguma coisa, então? Existe algo mais inseguro o que a Teoria da Relatividade? Tudo é relativo, tudo passível de mudar. O pensamento científico em si tem como base a dúvida.

Gente insegura, além de sábia, é naturalmente mais humilde. Ter certeza de alguma coisa, achar que a razão nos favorece, nos faz naturalmente mais arrogantes. Hitler tinha muita certeza que estava com a razão; sempre agiu sob uma segurança absoluta. Inseguros foram os que o derrubaram, que começaram a duvidar de seus posicionamentos, que começaram a se sentir inseguros com suas verdades.

Gente insegura é mais leve, mais divertida, mais afável ao trato. Eles vão te ouvir com atenção e não pensando em como te convencer do contrário. Os inseguros vão ocasionalmente te dar razão, vão mudar de opinião várias vezes, vão trazer colorido às suas discussões. Os inseguros são generosos, dificilmente vão te agredir com seus absolutismos e invariavelmente vão perguntar: “e você? O que você acha?”.

Seja inseguro. Não seja um poço de conceitos e pré-conceitos. Seja infinitas perguntas.

 

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13 out 2014, 16h21

ENQUANTO ISSO… INSTAGRAM!

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Enquanto não tá dando tempo de escrever e publicar, eu vou vivendo pelo Instagram. Acompanha lá!

Ou pela página no Facebook!

(mas eu prometo textos mais tarde)

 

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29 set 2014, 16h21

ENCONTRO CLUBE DE LEITURA

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Olha como meus amigos são lindooooos!!

Sim, meus amigos. Porque a coisa mais espetacular que me aconteceu, quando resolvi criar um grupo de leitura, foi conhecer essas pessoas. Já são mais amigas minhas do que muito amigo de longa data. Aquela coisa de comercial de cartão de crédito – não tem preço mesmo.

O livro do mês foi INVISÍVEL, de David Levithan (outro dele!), e você tem que escutar a bagunça divertida que fizemos para falar sobre ele! Falamos todos juntos de novo, xingamos, rimos e fizemos piadas :)

Já sabe – pega um cafezinho (ou um chá) e vem rir com a gente (mesmo se você não tiver lido).

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22 set 2014, 12h22

POBRES SUBSTITUTOS – A HISTÓRIA DO BROWNIE DE MENTIRA

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Eu não ia comprar sobremesa. Eu ia comprar um vinho e uma massa para o domingo à noite. E estava perfeitamente bem com isso – tenho reduzido naturalmente as sobremesas. Foi minha filha que achou o brownie – sem açúcar, sem lactose, sem glúten. Eu deveria ter ouvido sinais de alerta ali mesmo: uma menina de 14 anos deveria ficar entusiasmada com a ideia de comer sobremesa, não com a ideia de encontrar uma sobremesa light. Mas me deixei levar – por que não levar um substituto, um quebra galho?

Porque não. O brownie era uma merda. Era tudo, menos o que um brownie deveria ser. Não era doce na medida, não tinha a textura certa. Ele carecia de tudo que faz um brownie delicioso: faltava a alma, o espírito do brownie.

Fiquei pensando em como vivemos assim, procurando pobres substitutos para as coisas. Como aceitamos versões inferiores, menos “engordativas” de relacionamentos e prazeres. Melhor seria comer um pequeno pedaço (curtido, amado, saboreado) de um brownie de verdade, do que uma forma inteira daquele brownie fajuto.

A gente se engana – o que queremos retirar das coisas, normalmente é o que as faz tão boas. Tenho uma amiga que era loucamente apaixonada por esse cara, que ela achava totalmente incorreto para ela. Ele era inconsequente, estabanado e desorganizado. Seu oposto extremo. Então ela resolveu procurar um cara que fosse como ele, mas sem essas partes complicadas. E acabou com um pobre substituto – sim, o novo namorado era organizado e responsável. Só que chato. Acabou que tudo que para ela era inconveniente era o que o fazia ser como era.

Acho que procurar  substitutos é a forma como lidamos mal com o que não nos agrada. É nosso lado controlador. Ah, isso seria perfeito… se não fosse ESSA parte. E aí acabamos avacalhando justamente as partes que importam.  Seria melhor assumir uma postura – ter uma coisa por completo (e assumir as consequências boas e ruins disso) ou não ter logo de vez. Porque as versões paraguaias não nos satisfazem, só enganam. E ninguém quer viver uma vida de sensações de mentira.

Agora, aqui em casa só entram versões 100% originais – de amores, de açúcares e de todo o resto.

 

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15 set 2014, 11h51

CLUBE DE LEITURA – LIVRO DO MÊS

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Esse vai ser um mês curto de livro – nosso encontro será às 11h do dia 28/09 (tá logo ali na esquina!) no Café Severino, na Livraria Argumento do Leblon. Então escolhemos um livro que a maioria do pessoal do Clube já estava lendo ou queria ler (eu, inclusive): INVISÍVEL, De David Levithan.

Eu sei – se deixar, vamos ler livros do Levithan todo mês. Mas tudo bem fazer o que a gente gosta, né?

Nesse meio tempo em que eu ia colocar o post, já terminei de ler o livro – e já estou cheia de opiniões sobre ele (que não colocarei aqui, para não estragar).

Então vamos? Todos correndo para ler?

1, 2, 3… valendo!

 

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2 set 2014, 7h42

CLUBE DE LEITURA – ENCONTRO E AUDIOBLOG

Nosso encontro desse mês foi DEMAIS (ok, eu sempre falo isso, mas é que é sempre tão booooom!). Mas esse mês foi especial – cada um falando sobre o livro que tinha lido, todos trocando sugestões e indicações… foi mesmo único.

Estávamos a gang de sempre (quase todos) e ainda recebemos uma pessoa nova, a Camila (bem-vinda!). O dia estava lindo, o bolo de laranja do Café Severino (Livraria Argumento do Leblon) estava fofinho como sempre, e nem sentimos a hora e as xícaras de café passarem.

Não vou escrever muito – escute o áudio (não fique de preguiça, pois está divertido. Se não der pra ouvir agora, não esqueça de guardar pra depois). Nesse mês ele está mais comprido (não se esqueça de pegar um chá ou equivalente para nos ouvir), mas está MUITO melhor: o áudio em si está mais claro e ordenado; conseguimos ouvir mais todos. Temos, claro, os palavrões e risadas de sempre. Mas esse é o nosso tempero.

Falamos de muitos livros, entre eles It, Seu Coração me Pertence, O Oceano no Fim do Caminho, A Casa do Mal, Se Eu Ficar e o Homem Duplicado. Eu faço a introdução e depois sou a última a falar do meu livro.

Falamos também de sentimentos e impressões, bobagens e tudo mais que coube.

Vem com a gente!
(curta, compartilhe e comente – a gente quer saber de você!)

PS: a Priscilla não pôde ir, mas pediu para mandar a opinião dela, o Garota SubmersaAchei o livro difícil de ler, mas imagino que seja difícil mesmo estar na cabeça de alguém que sabe que está/vai ficar louca… A história é muito interessante, com muitas idas e vindas, histórias dentro de histórias… Confuso… Mas acho que a confusão é proposital já que nem a Imp sabe o que é real e o que não é na vida dela… Nota: 8,5!

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