16 nov 2016, 21h20

NÃO SEJA UM LEGENDADOR MEDÍOCRE DA SUA VIDA

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Eu sei que você já usou as palavras dos outros alguma vez – tudo bem, quem nunca? Mas veja se não é hora de prestar atenção ao que diz. Porque a vida é muito curta pra ser um plágio qualquer da vida de outra pessoa.
Então chega de “Sobre ontem à noite“, “Vida difícil“, “Abrindo os trabalhos“. Chega de “íneo” e “ioros”, sejam os “gatíneos“, “fofíneos“, ou os “catioros” e “mamãezíneas“. Já deu. Recuse o “Precisamos falar sobre“, o “Está tendo“, o “E vamos de” (seja o que for: balada, barzinho ou show). Fuja do “Obrigada. De nada” (que sentido real tem isso, afinal?) e dos “Não sou obrigado” por aí.

Cada vez que você se legenda (na foto, na vida, pro outro, e até pra si mesmo), ganha uma oportunidade de se expressar. De dizer quem você é, a que veio – vai desperdiçar o seu momento parafraseando outros? Usando chavões pisados e repisados? Recitando frases de outrem?
Abandone a “gordice“, o “jacando“, o “porque hoje eu mereço“. Você merece sim, sempre. Merece dizer alguma coisa sua, verdadeira, que faça sentido para você, e não mais uma hashtag pré-programada qualquer.

O tempo é tão escasso. Nossos discursos são tão importantes. Use-os bem, seja na pequenice diária que for. Quando abrir a boca ou teclar, tenha certeza que é a sua voz que sai. Porque, com certeza, quem te gosta quer te ouvir. Você, e não um clichê qualquer.

17 out 2016, 15h43

CLUBE DE LEITURA – ENCONTRO DE OUTUBRO (O MÊS EM QUE ESQUECI DE AVISAR DO LIVRO!)

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Não me xinguem, por favor! Eu sou uma pobre pisciana distraída e enrolada! O encontro do mês passado foi uma fofura (viu pelo Instagram?) e o livro desse mês foi escolhido logo em seguida – e eu esqueci de avisar!

Então você tem uma semana para ler o livro antes do encontro – dá tempo, vai! Isso não é um desafio para nós 😉

doadores

 

Primavera, tempo bonito… vamos então nos encontrar dentro do Parque Lage?

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Às 11h, nosso horário de brunch de sempre, domingo, dia 23, dentro do D.R.I Café.

Pode ir sem ter lido o livro? Pode. Pode ir sem conhecer ninguém? Pode. Pode acompanhar pelo meu Instagram? Pode. Pode reclamar que eu esqueci de fazer post contando do livro depois? Pode.

Pode ir até lá só pra brigar comigo porque não deu tempo de ler o livro também, tá? Sem problemas :)

Pode quase tudo, só não pode não ler nada nunca!

 

23 set 2016, 17h54

ERA PRA SER TEXTO, MAS VIROU SEXO

sexy

A tela do computador já estava aberta, a xícara fumegava em cima da mesa de trabalho, e ela estava com o teclado no colo, como gostava de escrever. Mas estava achando tão difícil se concentrar.

Como é que alguém conseguia se concentrar com ele na cama, ali ao lado?

Ainda estava meio escuro lá fora, e ela nem tinha se vestido – dormia só de camiseta e calcinha, e assim estava, pronta para começar a trabalhar. Tanta coisa pra falar; política, separações de famosos, pessoas absurdas e seus comportamentos igualmente absurdos. E ela ali ouvindo ele se virar na cama. Sentindo o cheiro dele na própria blusa. Ainda dolorida da noite, de um jeito que, sentada como estava, tinha que se ajeitar a toda hora na cadeira.

Mas quem é que conseguia se concentrar com ele respirando, ali ao lado?

Se inclinou para pegar o café, e só conseguia pensar que queria se inclinar de novo sobre ele. Arranhar seu rosto no queixo dele. Morder, puxar. Os dedos começaram a digitar ressentidos de estarem trabalhando, ao invés de estarem sendo lambidos, presos, apertados.

O texto, que era pra ser sério, ficou sem pé nem cabeça, cheio de descrições de gemidos engolidos por beijos, de lembranças de roupas sendo tiradas, de lençóis sendo embolados.

Ela já tinha desistido de se concentrar.

Na cama, ele chamou sonolento:

– Vem. Volta pra cá.

Ela nem pestanejou. Era texto, virou sexo. E não fez a menor falta.

 

 

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23 set 2016, 15h32

ENCONTRO DO CLUBE DE LEITURA – SETEMBRO (O MÊS QUE PASSOU VOANDO!)

Agosto e setembro só são irmãos de esquina, porque são diferentes em tudo no quesito personalidade. Enquanto um mês se arrasta, o outro passa ligeirinho. Coisa de signo, certamente. Dizem as más línguas que não tem quem goste de agosto (só as pessoas que nasceram nele), mas é tudo intriga da oposição. Esse contraste dos dois meses é gostoso de curtir, o lento e o rápido, como uma dança sensual. Ou talvez essa seja só minha percepção hoje, porque é começo de primavera, é sexta e, sim, estou me sentindo muito sexy.

Mas vamos ao encontro!

Vai ser nesse domingo, dia 25 (e você não está surpreso, porque já se ligou que é sempre no final do mês, para dar tempo de lermos o livro escolhido e muitos outros).

E dessa vez escolhemos um lugarzinho bem primavera, bem intimista, bem floral:

asclaras

As Claras Empório

Espaço Itanhangá – Estrada da Barra da Tijuca, 1636 – Loja I – Itanhangá, Rio de Janeiro – RJ, 22641-003

Horário de sempre – brunch das 11h.

Esse é o livro lido (e estou bem a fim de falar sobre ele):

onde

E você pode acompanhar online, no dia, pelo meu Instagram: https://www.instagram.com/eliseolimpiomachado/

Café, jogar conversa fora e livros. Vamos? Já é. Beijas.

 

16 set 2016, 13h26

ME PERDOA, PAULA TOLLER!

paula

Paulinha, eu te traí. Me perdoa.

Mas nessa semana, quando te vi no show do Vogue Fashion Nigths Out, caiu uma ficha. Já vou te explicar. Você sabe que nosso caso de amor (totalmente platônico) começou há quatro anos. Você tava fazendo 50, e eu fiquei absolutamente maluca pela sua aparência e juventude. E absolutamente obcecada por você e seus tomates, lembra? (post aqui)

Tá bem, eu sei que não PODEM ser só os tomates. Acho que você, a Liz Hurley e a Monica Bellucci fazem parte de algum clube exclusivo e secreto no estilo ‘A Morte Lhe Cai bem’ (lembra do filme? A Meryl certamente também tá no clubinho). E eu não sou da alta roda, não sou famosa e não recebi convite. Tudo bem, eu entendo. Imagino também que vocês todas tenham algum pacto com o capiroto (me passa o telefone do Luci? Será que ele aceita minha pobre alma?), mas resolvi investir nos tomates porque, né, o quilo do tomate é mais barato do que a danação eterna.

Acho que estamos indo bem, eu e os tomates. Fiz 40 nesse meio tempo, e há quem diga que estou com tudo em cima (foi a minha mãe e meu marido que disseram, mas tá valendo). Mas quando te vi ao vivo nesse último show e percebi que você NÃO ENVELHECEU nada nesses últimos anos, me revoltei. Achei injusto. Fiquei com vontade de interromper o show, subir no palco e te obrigar a me contar o que tá rolando. Ou pelo menos me esfregar em você, pra pegar seja lá o que você tenha.

Aí, como os seguranças começaram a me olhar feio, e você tava cantando justamente uma música que eu gosto, deixei pra lá. Mas fiquei com aquilo martelando na cabeça. E eis que tive um insight (eu gosto muito de insights): MINHA AVÓ.

Tá confuso? É que você não conhece minha avó Berenice. Ela tem mais de 90, sabe (não vou dizer 90 e quantos, porque ela mente a idade pra baixo e não quero entregar ela). Mas vóvis tá uma maravilha. Não só de saúde (a danada não tem nada), mas de beleza – nunca fez um peeling, um botox, um preenchimento, um laser. Nada. E a pele é lisa, com poucas rugas, luminosa. O cabelo? Mesmo se ela não pintar, ele não é todo branco. E aí me ocorreu – se eu posso me espelhar na Paula Toller, por que não na vovó também?

E aí comecei a quebrar a cabeça, tentando entender como é que ela fez (não vou ficar contando com a genética, tá doida). E então lembrei das AMEIXAS.

Ameixas secas, claro! Minha avó come ameixas secas TODOS OS DIAS, sistematicamente, desde que me entendo por gente. É sério isso. Ela come para fins digestivos, é tipo uma mania, mas fui ler a respeito e descobri que o diabo das ameixas têm uma tonelada de flavonóides! Isso mesmo, aquele antioxidante das uvas, do vinho e que todo mundo manda encapsular e vender por uma fortuna. Vovó sabida se medica há décadas!

Fiquei entusiasmada e já garanti um estoque de ameixas pretas no supermercado. E sabe do que mais? Elas são baratas. Mais até dos que os tomates.

Então, me perdoa, não fica chateada, continuamos amigas, tá? Ainda acredito nos tomates, mas agora vou juntar as ameixas a eles. Você pode começar a comer também (se bem que se ficar mais jovem vai começar a ter espinhas de puberdade). Depois me conta se deu certo.

Espero só que a gente não tenha desarranjo intestinal, Paulinha! Mas tudo bem, né? Se esse é o preço da juventude, tá barato. Beijas, sua linda!

 

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12 set 2016, 11h16

ALGUÉM ESTÁ DIGITANDO UM COMENTÁRIO

resposta

Quero desabilitar a feature “Alguém está digitando um comentário” que agora aparece nos posts do Facebook, alguém sabe como faz?
Como o Face espera que uma pessoa com problemas de ansiedade lide com isso?

Quando a mensagem aparece, eu penso – “ah, legal, alguém gostou do que eu disse”.
Demora alguns minutos, começo a pensar – “merda, é resposta grande, não gostou”.
Demora mais um pouco, e eu começo a suar – “ok, é resposta esculacho. Ai, que saco, mais um com comportamento anal-retentivo que acha que tem que discordar de tudo que os outros escrevem”.
Ou fico com raiva -“putz, dá pra digitar mais devagar?”

Acho uma crueldade obrigarem a gente a acompanhar em tempo real alguém replicando o que dissemos. Meu estômago revira a cada resposta – será um elogio? Uma crítica? Um comentário nada a ver? Quem será que ‘tá escrevendo?

Imagina passar por isso algumas vezes por dia, se você tem por hábito partilhar despretensiosamente qualquer bobagem que passa pela sua cabeça, como eu?

Não, obrigado. Facebook.

O meu é sem aviso e sem ansiolítico, por favor.

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8 set 2016, 13h36

A GERAÇÃO QUE NÃO DESAPARECE MAIS

miss

Nunca vou me esquecer da história que minha mãe me contou sobre seu primeiro namoradinho – ela o conheceu na escola e foi apaixonada por ele antes de fugir pra casar com meu pai (essa é uma outra história interessante envolvendo menores de idade falsificando assinaturas. Um dia eu conto). A coisa é que ela ficou uns 40 anos sem saber desse cara, o ex. Eles se perderam pelo mundo, cada um foi viver sua vida em uma parte, casou com pessoas diferentes e ela o localizou recentemente graças às ferramentas atuais que permitem que todo mundo seja localizado virtualmente. Infelizmente ela, na verdade, localizou seus filhos – ele tinha falecido há alguns anos e eles nunca puderam se reencontrar.

Eu não sei você, mas eu acho essa história incrível. Não a parte em que ele morreu e eles nunca mais se viram, lógico. A parte em que as pessoas sumiam definitivamente da vida das outras, ou se reencontravam depois de longos anos. Isso não existe mais. Nunca mais vai existir.

Nós fomos a última geração de pessoas que desapareciam (digo “nós” os meus conterrâneos de idade, com mais de 30 anos). Não estou falando de desaparecer fisicamente, de verdade, caso de polícia. Estou falando de sumir da vida dos outros. A nova geração não some nunca.

Alguém ainda some? Ex-namorados, ex-maridos, ex-afetos, parentes distantes… alguém ainda realmente desaparece? Todos estão ao alcance de um clique, uma googlada, uma stalkeada de leve. Mesmo quem você exclui da sua vida conscientemente – eles nunca verdadeiramente se vão. São mencionados por outros amigos no Facebook, aparecem em emails “para todos”, são adicionados nos seus grupos de Whatsapp… e você acaba sabendo involuntariamente deles.

Acho isso profundamente melancólico. Claro que é a oitava maravilha moderna poder localizar quem se procura com relativa facilidade, mas… as pessoas não nos deixam mais. Somos  eternos reféns agora de todos os que passam por nossas vidas. Que nos marcam, de forma boa ou não. Eles estão sempre lá para nos lembrar dos nossos erros, das nossas amizades desfeitas, das nossas pequenas traições ou desamores, dos nossos fracassos emocionais ou familiares, até das nossas mancadas profissionais. Não nos é permitido ignorarmos mais eles por completo – é quase avassalador. Todos nos assombram para sempre, agora. Não há mais pontos finais.

Você não consegue se livrar definitivamente de ninguém, não consegue “desacontecer” ninguém. A Internet e as redes sociais nos aproximaram talvez mais do que prevíamos. Nossas timelines são a pracinha de cidade pequena onde todos se esbarram, querendo ou não. Onde todos sabem e futucam a vida do outro, até dos que não nos interessam. Normalmente eu adoro essa proximidade, sabe? Faz com que me sinta menos sozinha. Mas tem dias em que acho que o preço é alto demais – o preço é não seguir adiante.

E não é só isso, essa coisa de “apagar do coração tirando da vista”. É o prazer do reencontro que nos foi roubado também, o romance. Porque quem não se perde não se reencontra, e isso nos toma também o direito de melhorarmos, nos reinventarmos, de crescermos longe do escrutínio e das vistas de todos. Isso nos impede de voltarmos melhores, mais amadurecidos. De surpreender e sermos surpreendidos. De dizermos ou dizerem de nós: “olha como fulano melhorou, mudou”.

Só nos resta hoje a saudade de quando nos obliviávamos. Ou de quando nos emocionávamos ao nos achar. E, principalmente, saudade do alívio do esquecimento.

 

 

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29 ago 2016, 21h17

COMO FOI O ENCONTRO DO CLUBE DE LEITURA E PRÓXIMO LIVRO DO MÊS

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Quando um livro está virando/virou filme, o que você faz – espera o filme ou lê logo o livro? Eu sempre fico na dúvida. Porque as duas experiências podem ser boas – um filme que você achou legal e que depois você complementa a história lendo o livro (tem sempre mais detalhes!), ou assistir a boa realização visual de uma história de papel que você amou. Claro, da mesma forma, isso pode ser estragado de duas formas idem – quem não odiou o filme baseado em um livro querido? Ou quando o filme é tão chato que você desiste de ler o livro depois, mesmo todo mundo dizendo que é bem mais divertido? Dúvidas, dúvidas…

Fiquei em dúvida quando ao livro do mês de agosto – no último post cheguei a colocar o trailer do filme que será lançado (e eu adorei o trailer!), embora tenha quem leu e achou a narrativa ruim.

Nem todo mundo do grupo leu A Menina que Tinha Dons, no final das contas, e as opiniões foram divididas – alguns gostaram bastante, outros gostaram médio e uns detestaram mesmo. Isso não é maravilhoso? Eu acho. Adoro como gostar ou não de um livro ou filme é influenciado por tantas coisas, como expectativa, momento, estilo pessoal… Minha opinião pessoal? Vou ficar devendo – não consegui terminá-lo, porque fiquei meio doente na última semana e não li nada. Conta aí nos comentários o que você achou dele, pra eu saber.

Mas o encontro foi ótimo mesmo assim: filmei um bocado dele (quem acompanhou pelo INSTAGRAM?) e como estávamos em uma livraria, já decidimos o que leremos para setembro. Que ver?

Hora de invadir a livraria!

Um vídeo publicado por Elise Machado (@eliseolimpiomachado) em

Livro do mês escolhido!

Um vídeo publicado por Elise Machado (@eliseolimpiomachado) em

 

Então já temos livro escolhido. A data ainda não está fechada, mas deve ser no final do mês, como sempre.
Quem acabar de ler primeiro não conta nada e não dá spoiler, combinado?

 

26 ago 2016, 16h38

CLUBE DE LEITURA – LOCAL DO ENCONTRO

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Não dizem que “O bom filho a casa torna”? Pois então. Nossa história como clube de leitura começou na Livraria Argumento, há 3 anos. E como estamos saudosistas, agradecidos por esse tempo juntos e não visitamos o lugar há muitos meses, resolvemos comemorar por lá.

Então nesse domingo, dia 28, estaremos na Livraria Argumento do Leblon, que foi palco de tantos encontros divertidos. Alguém avisa o Manoel Carlos, fazfavô?

Chegaremos às 11 para o brunch – não deixe de nos acompanhar pelo Instagram a partir desse horário!

 

19 ago 2016, 16h43

CLUBE DE LEITURA – LIVRO DO MÊS AGOSTO

Nosso último encontro foi uma delícia! Estava um solzinho bom, tivemos um comparecimento em massa e isso tudo até compensou o fato de que… não gostamos do livro!

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É sério! Quem disse que Loney era parecido com Caixa de Pássaros mentiu FEIO! São livros, histórias e estilos narrativos completamente diferentes. É uma questão de gosto, mas particularmente achei Loney lento e perdido, não me pegou mesmo (embora eu tenha me forçado a ler até o final para ver o que ia acontecer. E a resposta é: nada. Nada acontece!). Acho que a comparação dos dois foi pura jogada de marketing.

Vamos ver se agradamos mais participantes com nosso próximo livro do mês, A Menina que Tinha Dons. Esse aqui, ó:

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(sim, são minhas pernocas ao sol! hahaha)

A sinopse me animou bastante, e o livro já virou filme.

Aclamado pela crítica, o livro se tornou um bestseller imediato na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos ao contar a história de Melanie, uma menina superdotada que faz parte de um grupo de crianças portadoras de um vírus que se espalhou pela Terra e que são a única esperança de reverter os efeitos dessa terrível praga sobre a humanidade. Uma comovente história sobre amor, perda e companheirismo encenada num futuro distópico.

Olha o trailer do filme (tem spoiler pacas para quem vai ler o livro, veja por sua conta e risco!):

Nosso encontro será no domingo, dia 28, em lugar surpresa (mentira, é que ainda não escolhi! hahaha. Aviso durante a semana).

Essa foto do livro acima e muitas outras estão no meu Instagram – me segue por lá, porque agora vamos fazer Instasnap no dia do encontro (na verdade se chama Stories, eu é que fico chamando de Instasnap, porque pra mim é igual). Acho que vai ser bem mais simples do que transmissão pelo Periscope, que ficava travando e era meio longo. Assim fazemos pequenos vídeos direto de lá.

Para seguir lá clique AQUI.

Nos vemos no encontro (mentira de novo – vou colocar crônica por esses dias, porque andei escrevendo, e depois vai ter post falando sobre o local do encontro).

Beijas, beijas.

 

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