18 fev 2012, 3h42

DAS DECLARAÇÕES DE AMOR

Engraçado como as pessoas podem passar a vida procurando as coisas erradas.

Com as declarações de amor é assim. Algumas pessoas perdem um tempo enorme fantasiando declarações de amor perfeitas. Romantizadas. Idealizadas.

Eu gosto muito das declarações de amor não declaradas. Daquelas sutis. Que se fazem presentes nos mínimos gestos. E que nem sempre vem do seu objeto de afeto romântico e nem sempre  são ditas de formas óbvias.

Porque uma declaração de amor precisa ser romântica, pra ser válida? Por que não pode vir de um amigo?

As pessoas hoje em dia dizem “eu te amo” com uma facilidade incrível. Não que não deva ser dito – deve. Todo dia, toda hora. Sem medo de ser piegas ou grudento. Dizer que ama uma filha, um marido, um cachorro ou mesmo um amigo – deve. Sempre. Pra pessoa nunca duvidar. De que adianta amar e não deixar claro?

Mas as pessoas me confundem com suas definições de amor. Não tem aquela piada que diz “isso não é  amor, o nome disso é…”? Então.

Geralmente o nome “disso”, desse amor que tanto declaram facilmente, é paixão. Tesão. Emoção. Obsessão. Não amor. Com amor o buraco é mais embaixo. Por isso acho que as declarações de amor mais sutis tem mais valor – não são ensaiadas. Não são protocoladas.

São uma expressão de amor verdadeiro.

Eu tenho recebido mais declarações do que mereço. Em pequenas atenções. Em pequenos detalhes.

Como quando uma amiga vira pra outra pessoa e diz de você “você não sabe? Ela não bebe Coca, só Guaraná“. Bobo? Pra mim não é. É o tipo de atenção e delicadeza que me comove. Amor pra mim é isso, essa mostra de conhecimento a seu respeito, ao que é importante pra você.

É você dividir um medo com um amigo e ele te assegurar:”você não precisava se preocupar. Nós pegaríamos ele antes dele chegar a você. Ele nunca iria te tocar”. É um cuidado que te dá um tombo. Que te derruba. Quando você menos espera, você esteve o tempo todo protegida e nem sabia. Alguém zelava por você.

É um amigo te dizer “tira o salto. Você de salto não é você, fica muito grande. Agora sim, baixinha é muito melhor”. Porque compreende sua essência. Te ama com a intimidade de um muito conhecedor seu. Porque não se deslumbra com qualquer aparência imediata, e gosta do seu habitual.

Isso pra mim é amor. Não existe também a frase de que “Deus está nos detalhes“? Pra mim, o amor está nos detalhes.

E as declarações… onde a gente menos espera.

 

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17 fev 2012, 11h52

SOBRE ONTEM À NOITE

B-day do B!!

Obrigada chéries que desejaram felicidades (ele vai entrar aqui e agradecer pessoalmente assim que der).

Mas deixa eu aproveitar a badalação pra contar outra coisa.

Tão vendo a BATA BRANCA linda que eu usei ontem?

Rá.

Presentinho!! Podem morrer de inveja, mas essa semana recebi um maravilhoso embrulho pelo correio: uma caixa com duas batas pra mim, e uma camiseta e um colete pra criança!

Gentileza de uma leitora e já amiga que trabalha na D’Metal, e me mandou os mimos.

Eu não conhecia a marca (aqui no RJ só tem um multimarca), mas adorei as roupas! Obrigada, chérie!

Babaram? Invejaram? rs

Olha aqui as coisinhas da criança.

Peeps, vocês não imaginam como é bom começar uma semana estressante recebendo presentes!

E carinho, né? :)

 

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16 fev 2012, 11h37

B-DAY DELE

Hoje é b-day de um cara muuuuito bacana.

Na minha opinião, o mais bacana que existe ;)

Quem adivinha quem é? rs

 

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15 fev 2012, 14h14

LANA DEL REY

Já que hoje tou corrida e sem tempo de escrever, deixo vocês com uma musiquinha pra dar o clima do dia :)

A moça é a “nova voz” do momento.

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14 fev 2012, 18h52

HAPPY VALENTINE’S DAY!

Feliz Valentine’s day pra vocês, chéries!

O poster é pra lembrar que já já tem temporada nova de True Blood.

Achei que era adequado pro dia de hoje…

Eu sei, eu sei… é um fraco meu: olhadas de cima pra baixo e demonstrações de possessividade… rs

 

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14 fev 2012, 0h59

A HISTÓRIA DE UM BETA

 

“Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer, e conversaram muito mesmo, pra tentar se conhecer…”

Eduardo era tímido, assim um beta. Ou talvez nem fosse tão beta ainda, afinal ele só tinha 16. Mas conheço poucos alfas que em qualquer idade assistissem novela e jogassem futebol de botão com seu avô. Então muito provavelmente Eduardo sempre foi e seria beta. E tudo bem por ele, já que beta não significa ser bobo ou babaca – Eduardo não era nada disso.

Ele não era o líder da turma, o mais descolado e namorador. E nem andava num carro potente – Mônica andava de moto e ele andava de “camelo”.

Mas Mônica resolveu dar uma chance a ele – ela tinha conhecido muitos alfas na faculdade de medicina, curso danado pra ter pseudo-alfas (cafajestes que se fazem de alfas) de ego inchado. Achou que aquele menino beta era divertido.

E encaremos: a maioria dos homens é beta, mesmo que queiram e achem que são alfas. Nem poderia ser diferente: uns tem que conduzir, outros seguir. Se houvesse mais alfas, seria um conflito só. E a concorrência por esses poucos alfas de verdade é feroz. Mônica já tinha percebido isso, e começou a pensar que se ficasse a vida inteira esperando um alfa, ficaria pra titia.

Aí ela ficou amiga do beta Eduardo, porque os betas além de tudo dão ótimos amigos – foram fazer natação, cenografia, teatro, artesanato e foram viajar. A Mônica, que tinha personalidade forte, ensinava coisas pro Eduardo sobre o céu, a Terra, a água e o ar, e ele era um ótimo ouvinte. E embora ele não resolvesse tudo por ela, ajudava-a a resolver.

Contrariando todas as regras, eles se apaixonaram. E Mônica teve de peitar o fato de estar com um beta, mais novo, inseguro e tímido.

Acontece que o Eduardo amadureceu, e embora ainda beta, deixou o cabelo crescer e aprendeu a beber. Deixou a insegurança um pouco de lado e decidiu até trabalhar.

E não teve conto de fadas na história dos dois – eles comemoraram juntos e também brigaram juntos muitas vezes depois. Mas ele, esse beta, quem diria – completava ela que nem feijão com arroz.

E virou o melhor companheiro do mundo. Não era alfa – mas com ela, em particular, era. E quando ela precisava, ele estava lá por ela. Juntos, eles batalharam legal e seguraram uma barra pesada de grana quando os gêmeos vieram.

E o beta do Eduardo deu um ótimo pai, atencioso com os filhos e carinhoso com a sua Mônica. Que nunca mais nem pensou na fantasia dos alfas. Porque ela olhou em volta e percebeu que ser alfa não era garantia de ser um bom parceiro. E muito menos bom marido.

Que alfas podiam ser ótimos amantes e namorados de ocasião, mas que bem poderiam aprender um pouco mais com a paciência e sensibilidade dos betas. E que betas podem ser betas com os outros machos em volta, mas serem alfas aos olhos de suas companheiras.

Pena que as mulheres sejam tão pouco Mônicas. Pena que não enxerguem os maravilhosos Eduardos que estão à sua volta. É só uma questão de mudar o foco, mudar o olhar. Aí não reclamariam tanto de estarem sozinhas, de não encontrarem alguém.

Alfas podem ser excitantes, uma bênção da natureza – mas são poucos e para poucas. Nem sempre, inclusive, para as mais merecedoras. Por que os betas seriam menos? Menos homens, menos desejáveis?

As amizades vem em todas as formas e embalagens – o amor também. Se todas fossem mais Mônicas, mais homens teriam a chance de se tornarem adoráveis Eduardos também.

 

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13 fev 2012, 20h13

AS REDATORA PIRA! (SIC)

Meu amigo Cláudio vê essas barbaridades e fotografa. Depois me manda pra eu rir.

Só não sei se tenho vontade de rir ou chorar, hahaha

Esse tipo de infâmia é o pesadelo de um escritor-revisor! Chega a doer o coração ler esse tipo de coisa.

Esse aqui nem foi feito à mão – tem plaquinha profissional e tudo. Provavelmente estava dentro de um mercado.

Murfi” deve ser o primo brasileiro do “Muffin“,  só pode, hahahaha

Pena de morte pra essas pessoas? Please, please, please? [puppy eyes MODE ON]

 

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13 fev 2012, 1h14

A TAL DA PEGADA

Meus amigos e meus leitores homens (ui, que chic eu! rs) vivem me perguntando sobre a tal da PEGADA.

O que as mulheres consideram como pegada, como ter pegada, o que é uma boa pegada…

Então… ao invés de falar sobre, eu resolvi mostrar:

Acho que ficou bem explicadinho, né? (rs)

(E depois o povo mainstream vem me perguntar que tanto eu gosto de filme, livro e seriado de vampiro… rs. Bom, só te digo uma coisa – de adolescente Vampire Diaries não tem mais nada!

E falando em vampiro pegador… Edward, você tá precisando de umas aulinhas com o Damon, meu bem! Esse negócio de amorzinho brilhoso não tá com nada. A Bella precisava era de uma bela foda (ui, olha eu que grossa! rs).)

Enfim, esqueçam o lance dos vampiros e enjoy a pegada. Era só pra exemplificar.

Meninos, aprendam, viu? Isso aê é coisa de alfa – não precisa ser lindo, alto, gostoso nem nada: precisa só saber dar uma macho na hora de pegar ;)

 

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12 fev 2012, 16h22

SAUDADE DOS PALADARES QUE SE FORAM

Eu ando com muita saudade.

Saudade de quando as festinhas eram mais simples.

Festa (principalmente infantil) é coisa cíclica e de moda – cada temporada tem suas obrigatoriedades. Com as festinhas é engraçado  - o bacana atual é inovar. É brigadeiro de colher, é mini-cupcake, é doce de leite em tubo de pasta-de-dente… Longe de mim reclamar dessas delícias. Inclusive tenho uma amiga que é mestra na arte de confecionar gostosuras e bonitezas diferentes de se comer em festa.

Mas eu sou saudosista.

Eu sinto falta.

E nem é de brigadeiro e cajuzinho, não. É falta de coisa velha mesmo. De festinha da velha-guarda. Aquelas festinhas que a gente ia de  chinela. Que não tinham pretensão alguma.

Acho que já contei por aqui em algum lugar do caminho, mas eu tenho dois favoritos de festinha que me fazem uma falta tremenda: o OVO DE CODORNA EMPANADO e o DOCINHO DE QUEIJO.

O  ovo de codorna empanado tem uma cara indefectível: é salgadinho de subúrbio. Vê lá se gente chique fica botando ovo de codorna cozido no meio de massa e empanando! Isso é coisa de pobre. (rs). E quando digo “pobre” é na melhor acepção da palavra. Gente metida a grã fina não come ovo de codorna assim. Aliás, quase nem mais se servem esses salgadinhos fritos em festinha; que fará esse!

E nada menos besta e mais gordo do que um ovinho de codorna empanado! E nem mais delicioso também. Quando nas festinhas eu via os salgadinhos em formato de bolinha, ficava torcendo pra não serem bolinha de queijo. E quando descobria que o recheio era ovinho de codorna… ah, que felicidade!

Mesma coisa o docinho de queijo. Queria me ver feliz era descobrir docinhos brancos sem cravo da Índia nas festas – grandes chances de não ser beijinho de coco e ser o amado  docinho de queijo.

O diabo é que quase ninguém gosta do tal  docinho, então ele acabou sendo esquecido ao longo dos anos.

Sempre fiz questão de me manter fiel aos meus gostos, aí as festinhas da minha filha sempre tiveram ambos – fossem as festas do tema que fossem, servissem a comida que servissem.

A coisa é que a criança cresceu, e já há alguns anos não quer festinha como manda o figurino… então há muito não como (e mato) essas minhas saudades.

Já desisti de encontrar qualquer um dos dois em festinha, e como resignada as outras delícias que me servem.

São todas boas, inventivas, lindas, originais e gostosas. Mas nem de longe ecoam a alegria que eu sentia nas festinhas de antigamente.

E hoje eu acordei assim – uma saudade doida de festinha. Daquelas. Talvez porque seja domingo, dia com cara de festa de criança. Talvez eu só esteja saudosista. Ou melancólica. Mas ô saudade que apertou lá no fundo…

 

 

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10 fev 2012, 10h14

HOTTIE DO DIA!

Lembram do Jared Padalecki em Gilmore Girls, há alguns anos? Quando a Rory deu o fora nele?

Pois então… o “minino” cresceu. E como CRESCEU!

Rory, sua otária!!!!

E você tá fazendo o quê aí, chérie, que ainda não tá assistindo SUPERNATURAL?? rs

 

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